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Reinaldo Ferreira é internado no Porto em finais de 1932, para uma desintoxicação. Pouco depois decide confessar a sua dependência nas páginas do “Repórter X”, publicando o primeiro volume e o único que editou – “Memórias de um ex-morfinómano”. No final da vida ainda lança “A Reportagem da Semana” e o “X”, mas regressa à morfina e separa-se em 1935 de Carmen, de quem teve um filho, Oswaldo.
No dia 4 de Outubro desse ano, morre em Lisboa, num prédio do Largo de S. Carlos.


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